
Depois de me apresentar a todos na postagem anterior fiquei pensando sobre quais assuntos eu poderia escrever aqui no blog...Aliás, é preciso, antes de qualquer coisa, ter um Foco, porque se deixar falo, falo, falo (leia-se: escrevo, escrevo, escrevo...). Meu foco será a Vida!!!
Decidi falar sobre Liberdade.
Mesmo nós que não estamos presos, confinados, encarcerados enclausurados, anistiados sentimos vontade de nos libertar. Libertar da rotina, da miséria, da vaidade, dos hipócritas, da sogra (ops! da minha não...rsrsrsrs)...Libertar de nós mesmos e reiventar outro "Eu".
Para Nietzsche a Liberdade não é mais que a aceitação consciente de um destino necessitante.
Nelson Mandela disse que a Liberdade não é meramente tirar as correntes de alguém, mas sim viver de uma forma que respeita e aumenta a liberdade dos outros.
Na sábia concepção de Paulo Freire Liberdade não é um ideal localizado fora do ser humano; nem é uma idéia que se torna um mito. É sem dúvida a condição indispensável para a busca da humana complementação.
Aí eu pergunto: Será que existe a Liberdade plena?
Acho que algumas pessoas já experimentaram ou vivem a Liberdade plena...Talvez aquelas mais humildes, que vivem nos lugares mais deslumbrantes, no meio do nada (ou será TUDO?!).
Fico imaginando a vida das pessoas que são viciadas! O vício é uma prisão sem grades, mas também, para os viciados, sem rota de fuga.
Para os fracos a Liberdade é algo superficial e mera aparência. A felicidade e a satifação podem enganar a todos, mas frusta a si mesmo. E é justamente nesta Liberdade que vou me focar!
Já pararam para pensar o quanto as pessoas são como não querem ser? apenas aparentemente e superficialmente (fracos...lembra?!)
Dizem que são sinceras, moralistas, alegres, divertidas, intelectuais, admiráveis, modestas, enfim...Na verdade muitas vezes não querem dizer: Bom dia! prefeririam dizer: Vá se danar! ou simplesmente se calar, afinal cumprimetar para que?
Por outro lado, há aqueles que fazem tipo intelectual e prepotente...Esses são um caso sério! Geralmente a análise deles perpassa pelo divã: frustrados, solitários, egocêntricos...Medo de expor o seu Eu verdadeiro...
Prisão!Mas, a Liberdade também depende do outro! Sim, isso mesmo!!! Pensem...Nosso ponto fraco são aqueles que amamos e, quando possuímos bom coração, a nossa Liberdade fica distante porque a renunciamos em nome da solidariedade, do altruísmo...
O importante, de fato, é termos a percepção que, conforme Paulo Freire conceitou, que temos que diariamente buscar a Liberdade como uma complementação...Hoje podemos ficar presos pelo trabalho, mas Libertos pela paisagem que nos acompanha pelo caminho que trilhamos todos os dias., pelo sorriso de uma criança, pela música que toca..
É como o "jogo do contente"da Pollyana!